terça-feira, 2 de abril de 2013



DIA DA POESIA
Poeta brinca com as palavras.
Parece que o poeta diz o que a gente nunca tinha pensado em dizer!
Um poema é um jogo com a linguagem.
Compõe-se de palavras: palavras soltas, palavras empilhadas, palavras em fila, palavras desenhadas, palavras em ritmo diferente da fala do dia a dia. Além de diferentes pela sonoridade e pela disposição na página, os poemas representam uma maneira original de ver o mundo, de dizer as coisas.
Poeta é, assim, quem descobre e faz poesia a respeito de tudo: de gente, de brinquedo, de pessoas que parecem com pessoas que conhecemos, de episódios que nunca imaginamos que poderiam acontecer e até a própria poesia. (Marisa Lajolo).

Os alunos do Ensino Fundamental II apresentaram seus trabalhos em homenagem ao dia da poesia, 14 de março, data alusiva ao aniversário de Castro Alves. Foi um show de encantamento com as obras de Cecília Meireles, Carlos Drummond de Andrade, Manoel Bandeira e Mario Quintana. 

Castro Alves - o poeta dos escravos


















sábado, 16 de fevereiro de 2013



LIVROS DE LITERATURA

6° ano
1° BIMESTRE
Ana Pijama no País do Pensamento, de Jô Duarte – Editora Ática
2° BIMESTRE
Mil – a primeira missão, de Breno Fernandes Pereira – Editora FTD
3° BIMESTRE
Um bairro encantado, de Rosana Rios – Editora FTD
4° BIMESTRE
O menino sem imaginação, de Carlos Eduardo Novais – Editora Ática

7° ANO
1° BIMESTRE
Roubo no Paço Imperial, de Luís Eduardo Matta
2° BIMESTRE
Férias de arrepiar, de Graziela Bozano Hetzel – Editora Atual
3° BIMESTRE
Deu a louca no tempo, de Marcelo Duarte – Editora Ática
4° BIMESTRE
Sendo o que se é, de Roberto Jenkins de Lemos – Editora Saraiva

8° ANO
1° BIMESTRE
Crônicas 6, de Carlos Eduardo Novaes, José Carlos Oliveira, Lourenço Diaféria e Luís Fernando Veríssimo
2° BIMESTRE
Que tal passar um ano num país estrangeiro?, de Diana Noronha – Editora Saraiva
3° BIMESTRE
Moçambique, de Júlio Emílio Braz – Editora Moderna
4° BIMESTRE
A marca de uma lágrima, de Pedro Bandeira

9° ANO
1° BIMESTRE
Dez dias de cortiço, de Ivan Jaf – Coleção Descobrindo os Clássicos – Editora Ática
2° BIMESTRE
Na mesma sintonia, de Diana Noronha – Editora Saraiva
3° BIMESTRE
7 Contos crus: embora este não seja um bom lugar para nascer, de Ricardo Gomez- Editora SM
4° BIMESTRE
Longe dos olhos, de Ivan Jaf


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

NR Acampamentos: uma viagem de formatura inesquecível.

A programação foi intensa: Festa à fantasia, Festa da Polinésia, Almoço das torcidas, Micareta, Noite da pizza, dentre outras.















Formandos de 9° ano, de diversas cidades, interagindo com a programação cheia de atrações. Os formandos da Escola Officina do saber se divertiram demais. E eu também! Fechamos o ano letivo com chave de ouro.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Ver x Vir

Como esses verbos semelhantes geram confusões quando o assunto é o futuro do subjuntivo

    "Ver" e "vir" confundem-se no futuro do subjuntivo. O mesmo ocorre com os compostos: "antever", "prever","rever", etc; "convir", "intervir","entrevir","revir", etc.
    É muito comum mais ouvir do que ler coisas como: "Se ela me ver" ou "quando ela me ver" - mesmo de pessoas bem escolarizadas. A forma adequada é "vir", futuro do subjuntivo de "ver": "Se ela me vir" ou "quando ela me vir".
    Dica: pode-se extrair o futuro do subjuntivo do passado perfeito do indicativo, na terceira pessoa do plural.
    Verbo VER: eles viram; tira-se o sufixo (-am) e obtém-se a primeira pessoa do futuro do subjuntivo: VIR
    Verbo VIR: eles vieram; menos a terminação "-am": VIER.

sábado, 3 de novembro de 2012

Produção literária da aluna Eduarda Abreu, do 8°ano

A grande liberdade

A liberdade, desde o
início da humanidade
é algo que buscamos.

Mas nem sequer
conseguimos o que
esperávamos.

Uma ave marinha,
um pássaro
que aparentementeé livre,
sai em busca da liberdade tão esperada.

No caminho uma mancha preta
como a noite
é encontrada,
mas e a tão sonhada liberdade?

É destruída sem nenhuma piedade.

Produção literária da aluna Iane Martins, do 8°ano

Cadê a água?

Cadê a água?
Aonde ela foi parar?
Latões na cabeça e vamos andar.

Terra seca,
sol escaldante,
sede sem fim.

Sede não só de água,
mas de uma vida melhor.
Sede não só de alegria,
mas de uma dignidade maior.

Temo a escassez,
de água para beber,
de mente para crescer
e de mundo para viver.